Amem
Por diversas vezes tirei ensinamentos de situações que vivi e não consegui encontrar palavras para descrevê-los (sou péssima para definir, falar ou escrever sobre sentimentos… rs) mas na ausência das palavras, parti para a atitude… deixei o blábláblá de lado e passei a agir de forma diferente, independente do senso comum…
Como tudo têm seu preço, ao deixar o senso comum de lado, muitas vezes temos como resultado ser mal interpretados… e isso na minha vida é uma constante que convivo muito bem… rs
Convivo com alegria porque quando falamos de amor… nada mais importa, afinal ele é um grande aliado do tempo e o tempo tudo resolve.
De qualquer forma, quando encontramos pessoas que possuem o talento de encontrar palavras para as nossas descobertas e novas atitudes, é infinitamente gratificante! Ao assistir Antonio Veiga no TEDxSP, lágrimas de alegria escorreram e sei que estas ele não vai querer secar…
Este é o trecho que mais gosto e que simboliza o amor que eu acredito, experimento e recomendo neste Dia dos Namorados:
Nós só podemos amar a nós mesmos
Não há outro amor…
Só que amar a si mesmo, sozinho
Isto é narcisismo, é egocentrismo, é egoísmo, patologia, doença
Cada um de nós, seres humanos
Precisamos desesperadamente dos outros para que possamos nos amar, ou seja,
O meu amor sai de mim, passa pelo outro e volta pra mim,
Ao passar pelo outro, deixa no outro resquícios, alimento, subsídios do meu amor por mim…
… ao passar por ele que fica no outro
Mas ao mesmo tempo colhe do outro subsídios, alimentos do amor que ele tem por ele mesmo…
… e volta para mim enriquecido
O amor é circunferêncial
Nunca o amor de uma pessoa fica na mão do outro
Nunca alguém pode nos trair, nos abandonar, nos rejeitar
Só nós podemos nos trair, nos abandonar, nos rejeitar e não o outro
Então qual é a atividade, a tarefa?
Eu quero tratar meu semelhante, seja a minha esposa, o meu filho, o meu pai, minha mãe, meu irmão, meu vizinho, meu cliente, meu patrão, meu empregado… eu quero tratar TODOS de uma forma que eu possa valorizá-lo…
Que eu possa mostrar para ele o quanto ele é importante, que grande ser humano que ele é!
Para que eu possa aumentar a auto-estima dele, se eu aumentar a auto-estima, eu saio ganhando, porque se ele ele tiver mais auto-estima ele vai se amar… agora se eu o rebaixo, o critico, ele vai se desamar…
Toda e qualquer discussão, briga, ofensa, sempre machuca o outro.
Sempre os dois saem perdendo! Sempre!
Como ele deseja no final do vídeo: amem!
Amem muito!
Porque é assim que nos sentimos vivos!
E aceitem o amor dos outros…
E demonstrem! Não tenham medo!
Nos ensinaram que a conquista era um jogo de poder… de esconder e mostrar sentimentos a medida que é conveniente… porém de acordo com esta lógica que acredito acima… é inútil!
Não temos o poder de conquistar ninguém…
Simplesmente porque o amor do outro nunca será por você, mas por ele mesmo…
E o seu amor também sempre será por você mesmo…
Mas o amor de vocês dois podem circular e crescer, crescer, crescer…
O amor flui, age em ciclos e o único responsável pela sua felicidade, expectativa e alegria, é você mesmo…
Não é vergonha alguma amar e compartilhar seu amor com quem é importante para você…
Porque isso demonstra que você possui coisas boas dentro de si
Vergonha e talvez burrice, é compartilhar discórdia, ódio, raiva…
Porque isso é ausência de amor próprio
Feliz Dia dos Namorados! <3
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Tags:dia dos namorados
Na web, o sol nasce para todos
Graças à internet, a frase “tamanho não é documento” cabe muito bem para o varejista que decide apostar neste canal. Pequenas, médias e grandes empresas que partiram para as vendas online perceberam que os benefícios desta escolha ultrapassaram os limites da web e melhoraram os seus processos, favorecendo todos os canais em que a empresa atua.
Independente do tamanho da empresa, desde que seus processos funcionem eletronicamente, qualquer varejista pode obter sucesso com a sua operação. E isso é um e-commerce de verdade! Afinal, o “e” do e-commerce remete a “eletrônico” e utilizar a internet como canal de vendas apenas faz parte disso!
Já o “i-commerce” sim é a venda online e há um bom tempo não anda sozinho. Afinal, muitos já acordaram para o fato de que o cliente é multicanal e por isso a convergência é a nova lei.
O endereço da empresa na web é o único que nunca muda. Além disso, quando bem explorada, a internet possui potencial para gerar demanda maior tanto para a loja virtual como para qualquer outro canal de atuação. Mas a loja online deve fazer parte da estratégia central da empresa, pois ela faz o link entre todos os canais e obriga a empresa a se profissionalizar.
Uma loja online fica aberta 24h por dia, sete dias por semana, para todo o território nacional (e, por que não, para todo o mundo?) sem que seja necessária grande intervenção humana. Mas se ilude quem pensa que pessoas não são importantes neste processo. Muito pelo contrário! Ter processos eletronicamente funcionando é importante, pois assim a máquina cuida da parte chata e as pessoas podem se preocupar em gerar relacionamento com os clientes por meio de diversas plataformas, além de ocupar seu tempo com tarefas criativas.
Além disso, por falar em relacionamento com o cliente, o mesmo comporta-se de forma diferente quando compra pela web e exige mais agilidade, confiança e qualidade. Mais um motivo para nenhuma empresa entrar nessa sem boa preparação.
Com toda esta exigência do público e potencial de negócios, qual empresa consegue manter-se no mercado sem investir muito em tecnologia, processos e pessoas? E falando destes três itens, com todos alinhados, basta definir metas que, proporcionalmente, pequenos e grandes possuem a mesma chance.
Para os pequenos que começam agora, a vantagem é a velocidade que conseguem mudar as coisas. Por isso, acreditem: ao abrir as portas da sua empresa na internet tudo vai mudar a toda hora. A internet está organizada em rede, sem hierarquia e num ritmo violento! Você piscou e já precisa tomar uma decisão imediata e eficiente. Isso para as grandes empresas é um parto! Os pequenos já podem começar trabalhando em rede internamente desde o começo e tudo fica mais fácil. Fora que a prática com as novas plataformas de interação social – Twitter, blogs, Facebook, ByMK e etc – é maior em equipes novas. Afinal, neste estágio a burocracia do departamento de tecnologia ainda não tomou conta.
Em contrapartida, as grandes já possuem marcas bem definidas e cativas do público. Muitas vezes, inclusive, elas nem têm noção de que seus produtos já são comercializados na internet. Por isso que ter o seu ponto oficial de vendas e relacionamento online é tão importante. Dá um trabalho danado construir uma marca e conquistar confiança. Por isso, os grandes possuem anos de vantagem neste sentido! Isso falando apenas de empresas do bem. Caso contrário, meus amigos, vale mais a pena consertar as coisas dentro de casa antes de se arriscar. A internet não perdoa!
Diante do que foi apontado, percebam que o e-commerce não é um segmento como muitos alegam. Pra falar a verdade, em pouco tempo será redundante falar sobre “comércio eletrônico”, pois as empresas que não investirem naqueles três itens que citei estarão com seus dias contados.
A venda online cresce muito. As lojas virtuais faturaram R$1,25 bilhão de janeiro a julho de 2010 e o valor apurado no semestre é 10% superior ao orçamento do Programa Bolsa Família para 2010; é maior que a soma dos orçamentos anuais de cinco ministérios (Comunicações, Cultura, Meio Ambiente, Esportes e Turismo); corresponde à venda 350 mil veículos; equivale ao valor gasto, anualmente, por todas as famílias brasileiras com roupa feminina; e é maior do que a despesa total das famílias do País com gás doméstico.
É mole ou quer mais? Vai começar a pensar de forma digital ou deixar este bonde passar? Cuidado que ele não passa, ele voa!
*Este artigo também está disponível no Portal Santander Empreendedor
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Tags:e-commerce, i-commerce, ligia dutra, web
Imagem é tudo!
Sábado estive em Maringá levando o #bpecommerce para passear e no evento foi levantada uma questão sobre imagens na loja virtual. Ah! Outro dia também, conversando com um amigo, falamos sobre o quanto aguçar o sentido da visão é importante na hora da venda. Por isso, para que sua loja fique “apetitosa” seguem algumas dicas:
- Muito cuidado com o estado de conservação do produto! O zoom permite que o cliente veja cada detalhe, e algo amassado, com fio puxado ou riscado não vende!
- Seja fiel a cor do produto! Uma foto mal tirada pode fazer uma cor parecer outra e isso gera devolução;
- Acredito que 3 fotos estão de bom tamanho! Uma foto apenas não dá a perspectiva de todos os lados e mais do que 3 fotos é opção demais para confundir o cliente.
- Padrão: por favor, mantenha todas as fotos do mesmo tamanho! Eu sei que cada produto possui um tamanho diferente, mas tente adaptar. É muito feio uma vitrine com uma foto de cada tamanho e posição, principalmente para quem possui TOC como eu… rs
- Fundo branco! Não invente moda! O fundo branco destaca o produto. E na foto só deve conter o produto: nada de mesa, cabide, suporte… Pelo menos uma foto deve ser assim: bem simples! As outras podem conter uma modelo no caso das roupas ou outra produção qualquer que fale do contexto de uso do produto.
- Coloque os créditos! A imagem, mesmo que você pague por elas, deve conter os créditos de quem clicou. E faça um contrato com o fotógrafo onde ele autoriza a veiculação em todo tipo de mídia por tempo indeterminado.
- Pega leve com os banners! Tente fazer com que todos tenham a mesma identidade visual… e de preferência, o mais clean possível! Tenho horror aquelas lojas com banners saltando de todos os lados, um mais colorido que o outro. Grrrr
- Cuidado com as imagens que você coloca no blog: também devem constar os créditos e seu uso deve ser autorizado.
Bons exemplos:
Bom, acho que é isso… se lembrar de mais alguma coisa, volto para acrescentar. E essas são opiniões muito particulares, de acordo com o meu gosto, portanto faça seu filtro e venda muuuuuito! Quero sua loja bem bonita!
Abraço da Lígia Dutra
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Tags:camiseteria, imagens, net a porter, padrão, starsocks, visão
Yes! Este post inaugura esta nova fase da Lígia Dutra, assim utilizando seu próprio nome e profissionalmente deixando um pouco de lado seu perfil “UpaLupa“!
Mas não se preocupem, a Upalupa não morreu… rs Ela apenas ficou designada para falar da parte light da vida… tudo que a Lígia pensa e faz quando não está trabalhando, ok?
E por falar em trabalho… faz tempo que devo um post para vocês, não? Mas esta semana prometi que iria escrever e estou aqui cumprindo minha palavra (viu Sr. @Bellino? rs).
Vou falar um pouco sobre a importância do parceiro tecnológico.
Antes de determinar quem será o seu parceiro, como tudo na vida, tenha o seu objetivo muito claro. Se você já possui uma loja física e sua marca já é reconhecida pelo público, não dá para começar na internet com uma lojinha alugada, repleta de restrições. Você precisa oferecer ao seu cliente o mesmo nível de serviço que ele já está acostumado. Agora, para quem está começando do zero, com um produto relativamente simples (ex: livros), aí uma loja alugada pode cair muito bem! Perceba que não há ferramenta ou modelo perfeito, existe aquele que é adequado para a sua realidade.
E de quais modelos dispomos hoje?
- Desenvolvimento próprio
- Plataforma alugada
- Plataforma comprada
- Plataforma open source
1. Desenvolvimento próprio
Se você é um desenvolvedor/empreendedor e domina boa parte do que pretende fazer no seu negócio quando falamos de tecnologia, levante as mãos para o céu! Isso mesmo! São raros os casos em que o dono da empresa possui domínio da sua ferramenta de vendas, quando utiliza a internet como canal. São mais raros ainda os casos em que o dono da empresa desenvolve seu próprio sistema de gestão. Por mais que o dono da empresa não tenha que ficar preso a isso, afinal ele precisa ser dono (ou seja, vender o seu peixe), ao delegar para sua equipe, ao menos ele tem noção de quando e como está sendo enrolado. Acreditem: esta é uma vantagem valiosíssima! O Fabio Seixas da Camiseteria e a dupla Flávio e Renato do byMK podem confirmar isso! Grande parte do sucesso destes dois cases deve-se ao fato deles terem colocado a mão na massa desde o começo e terem construído todo o código dos seus respectivos sistemas na unha. Isso ofereceu a liberdade que o negócio deles tanto precisava para se desenvolver e independência em relação a “picaretas” que existem por aí. Se este NÃO é o seu caso, MUITO cuidado ao optar por desenvolver seu sistema “dentro de casa”. Selecione ÓTIMOS profissionais, os mais bem recomendados possíveis e um gerente de projetos espetacular. Não economize nisso! Quer uma dica? Tenho uma amiga, que trabalha com recrutamento deste tipo de profissional há 6 anos. Ela que me selecionou para trabalhar no BuscaPé, para vocês terem uma idéia. O nome dela é Elizete Souza, clique aqui para acessar o perfil dela no Linkedin.
2. Plataforma alugada
São plataformas prontas. Algumas com mais de 10 anos de mercado, como a FastCommerce, já possuem um nível de desenvolvimento bem apurado. Quando trabalhava na Flytex e logo que entrei na Netshoes, usei bastante a ferramenta deles. É uma das mais completas e baratas, maaaaaas não é lá muito amiguinha do Google. A otimização dos seus códigos para facilitar a indexação nas ferramentas de busca é péssima! Em outros modelos a coisa não muda muito, tá pra nascer uma plataforma boa nisso, mas pelo menos quando você compra o código, pode “otimizá-lo” sozinho. Na plataforma alugada o código é deles e você não pode mudar nada. Como faz tempo que não trabalho com este modelo, posso estar equivocada, portanto se algum amigo do mercado puder, me corrija. A outra parte chata é que seu negócio fica engessado… não é possível efetuar customizações apenas para atender ao seu negócio, simplesmente porque é uma ferramenta só, para atender a um grande número de lojas. Há outras empresas no modelo de aluguel que customizam a loja para você, de acordo com o que o seu negócio precisa e neste modelo bato palmas para a Ikeda. Além da ferramenta ser muito boa, o nível de serviço é ótimo. Fui muito bem atendida quando contratei eles na Shoestock. Dizem as más linguas que o nível de serviço caiu um pouco por conta da alta demanda… mas nenhuma empresa é perfeita e mesmo assim a Ikeda se destaca por contribuir muito para a educação do setor através do seu blog, webseminários e presença marcante em diversos eventos. Detalhe: se você precisar mudar de plataforma, esquece… o preju e a dor de cabeça é gigante… uma vez que você começa com uma plataforma alugada é bom gostar dela, porque a migração é terrível. É como construir uma casa nova, porém deixando para trás TUDO o que seu negócio conquistou em relação a links, recomendações… é voltar a estaca zero no Google.
3. Plataforma comprada
São plataformas feitas sob medida, feito um terno no alfaiate. Neste caso o código é todinho seu, para você continuar desenvolvendo como quiser, se tiver equipe interna para isso ou se quiser contar com a própria empresa que o desenvolveu. São raras as empresas capacitadas e confiáveis para isso, tanto as que desenvolvem, quanto aquelas que prestam manutenção. Porque nem todas utilizam os padrões corretos de desenvolvimento. E quando isso ocorre você fica com um mico na mão, afinal empresa alguma vai querer mexer no código simplesmente porque não vai entendê-lo! Um grande case positivo neste setor é a Giran que cuida da loja virtual da Wine (maior varejista de vinhos do Brasil). Tiro o chapéu para eles e pude conhecê-los pessoalmente no #bpecommerce de Vitória. Detalhe: ouvi elogios sobre eles do próprio dono da Wine, o Rogério Salume. Além da Giran, também admiro muito o trabalho da equipe da WX7. Eles atendem empresas de grande porte, são super competentes e também contribuem muito para a educação do nosso setor. Além de passarem algo que valorizo muito: confiança. Sempre que converso com o @asoncini e seu sócio Rafael, sinto que são pessoas do bem.
4. Plataforma open source
São plataformas abertas e gratuitas, desenvolvidas por várias pessoas de diferentes locais. Na Europa empresas grandes se arriscaram a utilizá-las (ex. QuikSilver), mas aqui no Brasil conheço poucos casos (ex: Garimpo Urbano e Foto na Parede) com o apoio da Indexa. Conheço tb a AllDreams que customiza plataformas como essas e fazem um trabalho muito legal. Aí falamos de Magento, OsCommerce e etc. Sei pouco sobre isso, confesso. Fica aqui um pedido para quem manja: conte mais sobre cases pra gente.
Bom, espero ter ajudado um pouco.
Qualquer dúvida, só comentar aí embaixo que eu corro atrás para responder.
Abraço
Lígia Dutra
PS: Que fique claro que nenhuma das empresas citadas pagaram #jabá para estar aqui… falo deles porque de fato admiro o trabalho de cada um.
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Tags:bymk, camiseteria, Desenvolvimento próprio, fabio seixas, fastcommerce, flavio pripas, giran, ikeda, ligia dutra, parceiro tecnológico, Plataforma alugada, Plataforma comprada, Plataforma open source, renato steinberg, upalupa, wine, wx7




